Forgotten Realms
29/04/2009
“Weary if the world aeound ye? Welcome to my world, where magic rules and Dragons fly. Beauty meets the eye often here, and anyone can try to win a throne! Oh, aye, ye can do that in your world, too – but it’s all more fun here.”
- Elminister
Forgotten Realms é o mais popular e o mais detalhado mundo de AD&D jamais criado. Um mundo aonde os Deuses guerreiam e andam sobre a Terra. Uma terra vasta que vai desde Maztica ( o verdadeiro Mundo ) aonde as cidades são feitas de Ourom passando por Faerûn, o berço da civilização; o coração dos “Reinos Esquecidos”.
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“…Imagine um mundo onde a América central não se torna um campo de batalha perene; onde os EUA resolveram seus problemas com as drogas, inflação e o crime; onde a Guerra Fria terminou em uma democracia e não em uma sucessão de ditaduras…”
Quem já ouviu falar sobre o Círculo dos Oito? Ou Mordekainen, Iuz, Temple of Elemental Evil, ou Lolth? Todos estes são lendas, fruto da imaginação de E. Gary Gygax, um dos criadores do AD&D e autor deste mundo, o primeiro lançado pela TSR neste sistema com ambientação fantasy clássica, e mesmo após seu cancelamento pela antiga editora, continua até hoje com um público fiel e maduro, muitos da primeira geração do RPG.
O algoz simboliza o mal. Ele não é apenas um mortal maléfico – como a essência do cavaleiro negro, esse vilão carrega uma reputação do pior tipo, muito merecida por sinal. Por se associar a demônios e diabos e servir divindades das trevas, o algoz é odiado e temido por todos. Algumas pessoas chamam esses vilões de anti-paladinos devido à sua natureza completamente maligna.
Baladas medievais contam que Jorge era filho de Lorde Albert de Coventry. Sua mãe morreu ao dar a luz á ele e o recém nascido Jorge, foi roubado pela Dama do Bosque, para que pudesse mais tarde, fazer proezas com suas armas. O corpo de Jorge, possuia três marcas, um dragão em seu peito, uma jarreira, em volta de uma das pernas e uma cruz vermelho-sangue em seu braço. Ao crescer e adquirir a idade adulta, ele primeiro lutou contra os sarracenos, e depois de viajar, durante muitos meses, por terra e mar, foi para Syle´n, uma cidade da Líbia.
Witchcraft é um RPG sobre magia e o sobrenatural, ambientado nos tempos atuais. Ele fala de ordens secretas (os “Covernants”) de magos e pessoas com poderes especiais (os “Gifteds”), que têm agido em segredo através dos tempos, protegendo a humanidade de ameaças sobrenaturais como espiritos malignos, elementais, fantasmas, undeads, vampyres (com y mesmo), demonios, deuses ensandecidos e seus seguidores, ordens malignas de gifteds (os “Dark Covenants”), etc. Agora, no final deste milênio, vários sinais anunciam que este é o momento do “Reckoning”, uma grande mudança para a Humanidade, onde ela poderá dar um grande salto e evoluir ou então iniciar o seu fim… Os personagens dos jogadores usarão os seus poderes e habilidades para combater as forças que ameaçam este momento.
Dessa vez vou colocar algumas sugestões de como representar o Mago. Mas antes gostaria de frisar que estas são apenas sugestões para Jogadores iniciantes, algumas idéias para direcionar e aperfeiçoar a representação do Mago dentro das sessões de jogo. Para os Jogadores experientes, que já tem elaborado suas próprias maneiras de personificar um Mago, eu espero que esse pequeno artigo traga alguma inspiração para os seus futuros personagens. E como toda sugestão, elas poderão ser usadas ou descartadas, ao gosto do Jogador ou do Mestre. É lógico que a representação não pode ser apenas baseada na classe do personagem, porém acredito que, principalmente para Jogadores inexperientes, a classe do personagem oferece uma excelente base para a interpretação.


































