RPGs Bizarros: Noir
30/06/2009
O Noir RPG foi lançado pela Archon Gaming em 1996 e nunca chegou a fazer muito sucesso, sendo bastante difícil de se encontrar atualmente. Apesar do seu cenário ser restrito demais para agradar o grande público (quantas pessoas que você conhece se interessariam por um RPG baseado num gênero de cinema obscuro), foi justamente essa limitação que gerou um ótimo jogo para um público bem especifico.
Leia o restante desta entrada »
O clérigo é uma das classes básicas do Dungeons and Dragons mais importantes para um grupo de aventureiros. Mas isso não impede de ser a classe que mais sofre dos preconceitos e dos “vícios” dos jogadores. Essa visão mais estreita da classe aparece em apelidos como “Poção de Cura Ambulante”, “Santa Casa” (isso é mais para o pessoal de Belo Horizonte!), “Band-aid de Armadura”, etc. É claro que o clérigo é a classe com as melhores magias de cura do Dungeons and Dragons, mas essas idéias pré-concebidas acabam prejudicando na representação da classe. Espero que esse artigo inspire os jogadores a olharem os clérigos de uma forma mais profunda e que ajude a enriquecer a sua representação.
Comemoramos hoje os seguintes aniversários de livros:
Qualquer jogador de RPG que se interesse um pouco pela história de seu hobbie sabe que a “ambientação básica de fantasia medieval” utilizada e adaptada em sistemas como AD&D, Rolemaster e GURPS Fantasy (conquanto sejam feitas algumas mudanças, em sua maioria cosméticas e superficiais) é a expressa na obra do escritor inglês John Ronald Reuel Tolkien, literato de afamada erudição, além de lingüista e pesquisador dos mitos nórdicos e celtas. Em sua vasta obra, em que se destaca a famosa trilogia The Lord of The Rings (“O Senhor dos Anéis”), cristalizaram-se as formas que hoje conhecemos de anões, elfos, halflings (ou hobbits, como são originalmente chamados), orcs, trolls, dragões, feiticeiros, guerreiros e mesmo o conceito de fantasys’s adventurer’s party (“grupo de aventureiros de fantasia” – afinal, que outra coisa seria a “irmandade do anel”?). Bilbo, Frodo, Aragorn, Elrond, Gandalf, o Rei-feiticeiro de Angmar, seu malévolo mestre Sauron, o “Senhor dos Anéis” e vários outros personagens fazem hoje parte da mitologia pessoal de tantos quanto leram seus livros.
“Era até poético. O rosto da Ebon no asfalto, 4 finos cortes que percorriam um rosto antes lindo, a chuva que caia formava quase um caminho perfeito e curto até o chão, parecendo uma lágrima. Um dos olhos fora estourado por um dos cortes, o outro permanecia aberto. Seu olho de um azul tempestade e pele de um dourado brilhante formavam uma bela combinação. Ela era muito bonita. Pedi a um Shiver para pegar um saco menor para a cabeça. Tinhamos de achar o corpo, podia haver pistas. Lembro de naquele momento ter verificado a arma. Tudo bem com ela, então tudo bem comigo, é o que eu sempre digo. Levantei o capuz e continuei no meio da chuva fina e fria e suja. A pergunta que girava em minha cabeça era: Qual dos Serial killers daquela semana teria matado uma prostituta fina, em Lower Downtown? nenhum ne encaixava. Podia ser um novo Serial Killer? Bem, era isso que eu tinha de descobrir, e logo.” 


































