Conto: Aquiles – Parte 2
12/08/2009Canta então, ò divina Calíope, a façanha do valoroso descendente de Zeus, amado por Atena e Hera dos níveos braços, diante das muralhas de Tebas das sete portas. Principia pela chegada das finas naus dos aqueus belicosos de belas cnémides na planície tebana. Quem, dentre todos os guerreiros cobertos de resplandecente bronze, foi o primeiro a desembarcar nas terras de Eécion, aos pés do Monte Placo arborizado, para trazer morte e homicídio aos cilícios? Aquiles, implacável destruidor de homens, conquistador de cidades, armado de lança de sombra longa e espada de bronze com cravos de prata jogada por sobre os ombros, protegido por couraça cintilante bem presa por arreios de couro e, à cabeça, brilhante capacete encimado por crina de cavalo, além do escudo redondo grande e robusto, como se houvera sido forjado pelo próprio Hefesto, o ilustre obreiro. Ao seu lado, Pátroclo, valente filho de Menécio, empunhava mortal pique de ponta de bronze e carregava, cruzado ao peito, um arco curvo feito dos cornos de um cabrito montês com tesa corda, similar à arma de setas divinas de Apolo que fere de longe. Aos olhos dos Cilícios, se lá estivessem, assemelhar-se-iam os heróis a Deimos e Phobos, filhos de Ares, flagelo dos mortais, tal o pavor que causariam entre as hostes de defensores fiéis a Eécion.
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Aniversário de 3 anos do lançamento dos livros Neokosmos e Ninjutsu – A Arte da Guerra das Sombras, e de 2 anos de Manriki Gusari – A Corrente de Combate Ninja
Primeiro suplemento para o elogiado Neokosmos, seu RPG de mitologia grega. 



































